domingo, 26 de janeiro de 2014

MAR - Museu de Arte do Rio

Para encerrar está viagem relâmpago pelo Rio, apresento a cereja do bolo: Mar, Museu de Arte do Rio.

imagem da internet

 O Museu de Arte do Rio, uma das âncoras culturais do Porto Maravilha, é um espaço dedicado à arte e à cultura visual. Inaugurado na comemoração dos 448 anos do Rio de Janeiro, dia 1º de março de 2013, tem 15 mil metros quadrados de construção e oito grandes salas de exposição, duas para cada mostra. 


imagem da internet

 Os dois prédios que compõe o complexo passaram por muitas obras. O Palacete Dom João VI, inaugurado em 1916 e tombado pelo município em 2010, foi submetido a um longo e meticuloso processo de restauro para se transformar no pavilhão de exposições do MAR. Um dos maiores desafios da equipe da obra foi unir dois edifícios tão diferentes. A harmonia entre os imóveis foi possibilitada pela cobertura fluida que lembra ondas do mar, uma das características mais marcantes na arquitetura do complexo. Profissionais de diferentes áreas de conhecimento participaram desse processo - arquitetos, carpinteiros, pintores, artistas e administradores. 

Palacete D. João VI, imagem da internet
 A visitação é feita de cima para baixo. Os visitantes sobem até o último andar da Escola do Olhar, onde há um terraço com vista para a Região Portuária. De lá, têm acesso aos pavilhões com as mostras do museu. O último andar é dedicado ao Rio de Janeiro e tem sempre exposições dedicadas ao tema. Os outros três pavilhões trazem exposições com temáticas variadas que duram aproximadamente três meses cada. O site do MAR disponibiliza a  programação completa.

imagem da internet


instalação , imagem da internet


 Ao lado do museu está a Escola do Olhar, destinada à educação e que desenvolve programas de formação continuada em artes e cultura visual com professores e educadores. A escola tem parceria com universidades, instituições museológicas, Organizações não governamentais (ONGs) e programas de educação não-formal, construindo espaços de pesquisa, seminários, workshops e cursos.

Escola do Olhar, imagem da internet

imagem da internet


imagem da internet
Fiquei tão maravilhada com esta visita que esqueci de fotografar...então todas as imagens são da internet.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Jardim Botânico, Rio de Janeiro.


Criado em 1808 por D. João VI para aclimatar as mudas de espécies que vinham da Europa, o Jardim Botânico tem hoje mais de oito mil tipos de plantas e flores do Brasil e de outras partes do mundo. Ele uma área total de 137 alqueires (54 deles de área cultivada) e promove estudos de vegetais de diversas regiões do país.



Outras atrações são as estufas, o orquidário e o bromeliário. Não parando por aí, conta ainda com lanchonete, biblioteca e lojas. Para as crianças, o ponto mais concorrido é o parquinho, com brinquedos como escorregador e balanços, além de tanque de areia, labirinto, quiosques e área para piquenique.


Centro de Visitantes

No Centro de Visitantes, pode-se solicitar a visita acompanhada, bem como obter informações em diversos idiomas. O espaço também é utilizado como local de exposições de arte.






Bromeliário

Maior bromeliário do Rio de Janeiro, reúne cerca de mil e setecentos exemplares das Américas do Sul e Central, muitas delas encontradas na Amazonia, na Mata Atlântica, em restingas e caatingas.







De formas muito diversas, são muito apreciadas como plantas ornamentais pela sua fácil adaptação ao ambiente. Aqui encontram-se organizadas em canteiros e na Estufa  Roberto Burle Marx.

















Aléia  Barbosa Rodrigues


Aléia Barbosa Rodrigues, o seu nome é uma homenagem ao naturalista brasileiro João Barbosa Rodrigues, diretor da instituição entre 1890 e 1909 Aléia principal do jardim, constitui-se no seu cartão de visitas, ladeada por imponentes palmeiras imperiais.



A primeira muda de sua espécie a chegar no Brasil foi plantada pelo príncipe-regente dom João, em  1809.




lojinha do Jardim Botânico

meu marido encantado com as flores










 O  Cômoro, elevação adjacente ao lago, foi erguido com a terra retirada para a construção do mesmo. Ambos foram projetados por frei Leandro, que tinha o hábito de se sentar à sombra da jaqueira (até hoje no local), dirigindo os trabalhos dos escravos. Ali fez colocar uma grande mesa de granito, onde, primeiro D.  Pedro I e, mais tarde, D. Pedro II, faziam os seus lanches. Fez colocar, ainda, um relógio de sol. O cômoro é encimado por um caramanchão, a chamada "Casa de Cedros".






Casa dos Pilões





detalhe Casa dos Pilões


Dentro do parque há dois museus: o Botânico, que possui um grande acervo de documentos sobre o assunto; e a Casa dos Pilões, antiga fábrica de pólvora que exibe escavações arqueológicas. 



Renato cansou...



Antiga casa dos diretores do Jardim Botânico

Chafariz das Musas

Em ponto central no encontro das aléias, encontra-se uma das mais belas atrações do jardim: o Chafariz das Musas. Fabricado na Inglaterra, é constituído por duas bacias. Na maior delas, quatro figuras representam a música, a poesia, a  ciência e a arte.
O chafariz  foi originalmente instalado na Lapa até que, com a reformulação do Passeio Público (1905), foi instalado no jardim.



Passamos uma manhã muito agradável, mas não deu para ver tudo...

domingo, 12 de janeiro de 2014

Catedral Metropolitana de São Sebastião, no Rio

Criada em 1676 pela bula do Papa Inocêncio XI, a Diocese, e depois a Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro nunca teve Catedral própria, sempre precisou servir-se de igrejas emprestadas. Nos primeiros 58 anos de sua história, ela se instalou na igrejinha que o governador Salvador de Sá mandara fazer  no Morro do Castelo, e que foi demolida em 1922.

fachada da Catedral Metropolitana


Em 1734, a Catedral foi transferida do Morro do Castelo para a igreja de Santa Cruz dos Militares, onde permaneceu apenas três anos. Depois mudou-se para a igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito dos Homens Pretos, e ali ficou até a chegada da Família Real, em 1808, quando o Príncipe Regente de Portugal, Dom João VI, fez da igreja Nossa Senhora do Carmo, na Praça XV, sua Capela Real, logo elevada, por ele também, à categoria de Catedral.



Só depois de muitas e penosas diligências, a Arquidiocese conseguiu que o então Estado da Guanabara lhe cedesse um terreno no qual foi erguida a Catedral, que teve sua pedra fundamental abençoada e lançada por D. Jaime de Barros Câmara, a 20 de janeiro de 1964.



 
 A Catedral tem as seguintes medidas: 75 metros de altura externa e 64 metros de altura interna, 106 metros de diâmetro externo e 96 de diâmetro interno, cada vitral: 64,50 x 17,80 x 9,60 metros; área de 8.000 m2, com capacidade para abrigar 20.000 pessoas em pé ou 5.000 sentadas











 Os quatro vitrais, que nos dão impressão de estarem abraçados por fios de betão, são também uma afirmação da fé que está na origem e na finalidade maior da Catedral e estão posicionados conforme os pontos cardeais. Eles simbolizam as quatro notas características da Igreja: Una, Santa, Católica e Apostólica.







 
Carro-Andor confeccionado para conduzir a Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Aparecida, em 1922, no Congresso Arquidiocesano Mariano, hoje em dia ele é utilizado para as procissões do Corpus Christi. Carruagem que leva a imagem de São Sebastião

Imagem de São Francisco de Assis

Chama Sagrada

Pórtico principal também chamado de Porta da Fé





 Crédito:

http://www.catedral.com.br/index.php

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Pão de Açúcar e Morro da Urca

O Pão de Açúcar é um dos principais cartões postais do Rio de Janeiro, e fica localizado no bairro da Urca, apenas 5 minutos da praia de Copacabana. O complexo turístico do Pão de Açúcar consiste na verdade em duas montanhas ligadas pelos bondinhos mais famosos do Brasil. São duas paradas, a primeira é no morro da Urca que tem 220 metros de altura ,e a segunda no morro do Pão de Açúcar, que tem 396 metros.

A visão dos bondinhos, no seu constante vaivém, está incorporada à paisagem carioca.


Teleférico na subida da Estação do Morro da Urca



e o dia foi abrindo e ficou lindo...


Construído, operado e mantido pela Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar, o complexo turístico Pão de Açúcar foi criado para o divertimento de milhares de pessoas num local privilegiado pela beleza panorâmica.









Marca registrada da cidade do Rio de Janeiro, o morro do Pão de Açúcar é uma montanha despida de vegetação em sua quase totalidade. É um bloco único de uma rocha proveniente do granito, que sofreu alteração por pressão e temperatura e possui idade superior a 600 milhões de anos.

Praia Vermelha vista do Pão de Açúcar



No Pão de Açúcar atualmente funcionam dois sistemas teleféricos independentes, classificados como de grande porte, com dois bondinhos em cada linha, circulando em vai-vêm . O novo sistema aumentou a capacidade de transporte do teleférico de 115 para 1.360 passageiros por hora.














No complexo do Pão de Açúcar há lojas, restaurantes, bares, um museu interativo e até alguns serviços para os mais endinheirados, como o tour de helicóptero.









Chegando ao topo do Morro da Urca,  os turistas são atraídos ao mirante principal, à esquerda do desembarque. É lá que se descortina o visual da Praia de Botafogo e do Aterro do Flamengo, além de boa parte da Zona Sul e do Centro.  Caminhando menos de 50 metros se chega ao Espaço Baía de Guanabara, uma espécie de praça de alimentação 220 metros acima do nível do mar. Com mesas e espreguiçadeiras espalhadas por quase 1 000 metros quadrados, tem capacidade para 350 clientes e reúne restaurantes variados.


meu marido querendo uma cerveja

nossa simpática guia





Ainda no Morro da Urca fica o Espaço Cultural Cocuruto, de visitação gratuita, que conta um pouco da história da construção do bondinho. Chamam atenção os vídeos, as fotos antigas.  É divertido observar a comparação, projetada em grandes círculos, entre o sistema antigo e as modernidades implantadas inicialmente em 1972, depois em 2008.




Não se paga para circular na parte do complexo onde estão  antigos modelos de bondinhos.